
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de tanto ouvir falar dos BAIANOS, decidiu convidar um grupo deles para visitar os Estados Unidos.
Para mostrar o quanto desejava conhecer os BAIANOS, ele mandou o seu próprio avião apanhá-los em Salvador e, ainda, preparar uma grande recepção no hangar presidencial, onde foi instalado um palanque, com banda e cartazes de boas-vindas.
Quando o avião chegou, a banda começou a tocar, os coros a cantar, abriu-se a porta do avião, mas os convidados… não desceram.
O presidente, sem entender o motivo da demora, mandou seu secretário averiguar.
O secretário foi ao avião e regressou dizendo ao presidente:
“Senhor, os BAIANOS não querem descer porque estão com medo do Wel”.
O presidente, mais confuso ainda, perguntou ao Secretário: “Mas, quem é Wel”?
Para saber quem era, o Secretário regressou ao avião e disse aos BAIANOS: “O Presidente quer saber quem é Wel”?
E o porta-voz do grupo responde:
- Nós também não sabemos meu rei. Mas, naquele cartaz tá escrito:
WEL COME BAIANOS…



Thiago:
ResponderExcluirTem nem oq comentar..
so rir mesmo..kkkkkkkkkkkk
Mto boa.
ResponderExcluirVlwz.
piada de baiano é sempre hilária, acho que só perde para piada de português.
ResponderExcluirRubens Junior
Hilária é a ignorância de que não conhece os baianos.
ResponderExcluirForam os Baianos que Ensinaram os Paulistas a Trabalhar
O termo caipira, segundo o Houaiss, designa o habitante de parte da região Sudeste, especialmente São Paulo. Indivíduo simplório, de origem rural e pouca instrução.
A melhor caracterização do caipira foi o personagem Jeca Tatu, de Monteiro Lobato. O grande escritor era natural do interior de São Paulo e sabia o que falava. O inesquecível Mazaropi também interpretou personagens (inclusive Jeca Tatu) abordando a preguiça e a ignorância dos paulistas do interior.
Na primeira metade do século 20 e boa parte da segunda, muitos baianos e nordestinos migraram para São Paulo, fugindo da seca e em busca de trabalho. Os prédios e avenidas da capital paulista foram, em grande parte, construídas por baianos, transformando a cidade na grande metróple que é hoje.
Nas décadas de 1980/90, a Bahia investiu maciçamente em irrigação. A migração se inverteu. Fazendeiros do Sul e Sudeste buscam agora usufruir da infraestrutura baiana, junto com muitas indústrias, que não se instalam mais em São Paulo.